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Produto por assinatura

Um estúdio que nasceu consertando o segundo mês de produtos alheios.

Serviço por assinatura não termina na tela de login. Ele começa a existir quando alguém de fora entra numa conta vazia e descobre sozinho o que fazer no primeiro minuto.

Os primeiros trabalhos da casa foram todos iguais: alguém tinha lançado um serviço por assinatura, os dez primeiros clientes entraram e o time descobriu que não sabia responder quem podia mexer em quê.

A conta sempre chegava pelo mesmo caminho. O permissionamento tinha sido resolvido na conversa, não na tabela, e cada cliente novo virava uma exceção escrita em código. No quarto mês ninguém conseguia alterar nada sem quebrar duas contas antigas.

Daí veio a ordem que usamos até hoje: frase do produto, painel vazio, tabela de papéis, limite contável, entrega em pedaços e quatro números depois do ar. As três primeiras etapas cabem em folhas de papel e custam uma fração do que custa desfazer o erro delas.

A parte mais difícil de combinar continua sendo a segunda: mostrar ao cliente a tela em branco, sem nenhum dado bonito, e discutir o que deve estar escrito ali.

Prateleira estreita com pastas de versões e notas de lançamento

Vazio primeiro

A conta recém-criada é a tela mais importante do produto.

Permissão é tabela

O que cada perfil vê e altera fica escrito antes de virar código.

Limite contável

O cliente precisa conferir sozinho por que a fatura é aquela.

Volta em um comando

Toda entrega que sobe precisa ter caminho de volta.

Como um produto nasce aqui

Seis decisões que valem mais que a escolha da tecnologia

Nenhuma delas é técnica, e todas as seis aparecem depois como conta de servidor, fila de suporte ou pedido de cancelamento. Por isso elas vêm antes da primeira linha de código.

01

Uma frase antes da primeira tela

Escrevemos em uma linha o que o assinante resolve com o produto. Quando essa linha precisa de três parágrafos, quase sempre há três produtos diferentes misturados no mesmo plano.

02

O painel desenhado vazio

A tela que aparece logo depois da entrada é desenhada primeiro sem nenhum dado. Painel com base cheia engana: quem assina hoje chega a uma conta em branco e precisa entender o que fazer ali.

03

Papéis numa tabela, não na cabeça

Dono, administrador, operador e convidado ganham uma linha cada: o que enxerga, o que altera e o que nem chega a aparecer no menu. Essa tabela vira teste automático antes de virar código.

04

Limite de plano que se conta

Usuários, projetos ou envios — o limite precisa ser algo que o cliente confira sozinho. Limite invisível não some: ele volta como discussão no dia da renovação.

05

Entrega em pedaços que voltam atrás

Cada parte sobe separada e tem caminho de volta em um comando. Assim uma correção de sexta-feira não depende de reunir o time no sábado.

06

Quatro números depois do ar

Entrada, primeiro uso de verdade, retorno na segunda semana e cancelamento. São esses quatro que dizem o que ajustar no mês seguinte, e não a opinião de quem gritar mais alto.

Janela de escritório com o quadro de papéis de acesso colado no vidro
Antes de contratar

O que perguntam na primeira conversa

Respostas diretas, sem promessa de número e sem prazo redondo demais.

Vocês fazem só a tela ou o produto inteiro?

O produto inteiro: recorte, telas, código, planos, cobrança, área do assinante, área de administração, ligações com outros sistemas e o acompanhamento depois que entra no ar.

Quem fica com o código?

O repositório é aberto no nome da sua empresa desde o primeiro dia. Contas de servidor, domínio e serviço de cobrança também ficam no seu nome, não no nosso.

E se o produto crescer mais rápido que o previsto?

Medimos o consumo por conta desde a primeira semana e deixamos escrito em que número cada parte precisa de mais máquina. Crescer custa dinheiro e esse custo aparece antes, não na fatura do mês seguinte.

Como vocês tratam queda e erro?

Existe monitoração com aviso por mensagem, registro de erro com pilha completa e um combinado escrito de tempo de resposta por gravidade. Falha acontece; o que medimos é em quanto tempo ela é vista e corrigida.

Dá para migrar de uma planilha ou de um sistema antigo?

Dá, e costuma ser a etapa mais demorada. Fazemos a carga em ambiente de teste primeiro, com conferência linha a linha de uma amostra que você escolhe.

Como funciona o pagamento do projeto?

Em três partes: assinatura do escopo, aprovação do painel desenhado e entrada dos primeiros assinantes. O formato mensal é cobrado no início de cada mês de trabalho.

Conte que trabalho hoje é feito na mão e deveria virar assinatura

Devolvemos o recorte escrito: a frase do produto, o que fica fora da primeira versão e a tabela de papéis que o seu caso pede.