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Produto por assinatura

O que fica de pé

O que fica de pé na empresa depois que o produto entra no ar.

A conta nova se explica

Quem entra pela primeira vez sabe o que fazer sem chamar o suporte.

O perfil muda sem chamado

O próprio cliente troca papéis e convida gente na área dele.

A fatura se confere

O limite do plano é contado em algo que aparece no painel.

A correção não espera segunda

Cada parte sobe e volta sozinha, sem parar o resto do produto.

O suporte deixa rastro

Toda entrada em conta de cliente fica registrada com data e nome.

A decisão do mês tem número

Entrada, primeiro uso, retorno e cancelamento ficam à vista.

Como um produto nasce aqui

Seis decisões que valem mais que a escolha da tecnologia

Nenhuma delas é técnica, e todas as seis aparecem depois como conta de servidor, fila de suporte ou pedido de cancelamento. Por isso elas vêm antes da primeira linha de código.

01

Uma frase antes da primeira tela

Escrevemos em uma linha o que o assinante resolve com o produto. Quando essa linha precisa de três parágrafos, quase sempre há três produtos diferentes misturados no mesmo plano.

02

O painel desenhado vazio

A tela que aparece logo depois da entrada é desenhada primeiro sem nenhum dado. Painel com base cheia engana: quem assina hoje chega a uma conta em branco e precisa entender o que fazer ali.

03

Papéis numa tabela, não na cabeça

Dono, administrador, operador e convidado ganham uma linha cada: o que enxerga, o que altera e o que nem chega a aparecer no menu. Essa tabela vira teste automático antes de virar código.

04

Limite de plano que se conta

Usuários, projetos ou envios — o limite precisa ser algo que o cliente confira sozinho. Limite invisível não some: ele volta como discussão no dia da renovação.

05

Entrega em pedaços que voltam atrás

Cada parte sobe separada e tem caminho de volta em um comando. Assim uma correção de sexta-feira não depende de reunir o time no sábado.

06

Quatro números depois do ar

Entrada, primeiro uso de verdade, retorno na segunda semana e cancelamento. São esses quatro que dizem o que ajustar no mês seguinte, e não a opinião de quem gritar mais alto.

Janela de escritório com o quadro de papéis de acesso colado no vidro
Relatos

Quem passou a receber assinatura sem planilha no meio

Falas recolhidas ao fim dos últimos projetos, com autorização de quem assina.

O limite do plano é contado em pedidos, que é o que eu sei conferir. Ninguém mais liga perguntando por que a fatura subiu.
Reinaldo P. · dono de uma distribuidora de peças
Cada entrega subiu sozinha. Quando uma delas deu problema, voltaram só aquela parte e o resto continuou de pé.
Iracema B. · gerente de operações de um laboratório
O registro de quem entrou na conta do cliente resolveu uma auditoria que eu achava que ia durar um mês.
Otávio S. · coordenador de TI de uma transportadora
Os quatro números do painel me fizeram cortar uma função inteira que ninguém abria depois do segundo dia.
Marilene C. · sócia de um escritório de engenharia
Assinatura, troca de plano e fatura funcionando no mesmo dia em que abrimos para os primeiros dez clientes.
Wagner de O. · dono de uma escola de idiomas
Entreguei o recorte de duas semanas para a diretoria e o projeto foi aprovado com base naquelas folhas.
Telma R. · gerente de produto de uma indústria de embalagens

Conte que trabalho hoje é feito na mão e deveria virar assinatura

Devolvemos o recorte escrito: a frase do produto, o que fica fora da primeira versão e a tabela de papéis que o seu caso pede.